Rabanadas do Convento
As rabanadas são a minha perdição…
Quando encontrei estas não fritas, soube logo que teria de experimentá-las…
A gulodice por doce de ovos não perdoaria!
Cortei 1 pão de forma, com 2 dias, em fatias com cerca de 1 dedo de espessura.
Num tacho, deitei 2 dl de água, 300 g de açúcar, 1 pau de canela, 2 tiras de casca de limão, 1 colher de sopa de manteiga, outra de mel e uma pitada de sal.
Mexi bem, até ferver e formar uma calda pouco espessa.
Retirei do lume, juntei 1 cálice de vinho do Porto e deixei arrefecer.




Bati ligeiramente 9 gemas com 1 garfo.
Embebi as fatias de pão na calda de açúcar e depois nas gemas batidas.
Entretanto, levei ao lume 700 g de açúcar e 0,5 l de água.
Deixei ferver para obter uma calda de ponto fraco.
Introduzi as fatias nesta calda a ferver, como se fosse para fritar, virando-as dos 2 lados.
À medida que ficaram prontas, coloquei-as num pirex fundo.
Reguei as rabanadas com a calda bem quente, à qual juntei também 1 cálice de vinho do Porto.
Na próxima vez, cortarei as fatias mais finas e usarei mais 1 gema de ovo…
Mas não restam dúvidas que estas serão as rabanadas eleitas!
