✨ CASTANHA DO POBRE ASSADA NO BORRALHO COM JEROPIGA ✨

Um ritual antigo do Alentejo que aquece o corpo… e a alma. 🍂🔥

Há sabores que são abraços do tempo — e este é um deles.
A castanha do pobre, também chamada de bolota, era o “pão” das famílias mais humildes.
Assada no borralho da fogueira, lentamente, ganhava aroma fumado, textura macia por dentro e crocante por fora.
Ao lado, um copinho de jeropiga aquecia conversas, histórias e gargalhadas.
Era simples… mas era festa. Era tradição. Era casa. ❤️

Alentejo em estado puro.


🌰✨ CASTANHA DO POBRE NO BORRALHO COM JEROPIGA – RECEITA ANTIGA ✨🔥

🔥🌰 Sabores que contam histórias!
No Alentejo, quando a noite caía fria, a família juntava-se à volta da fogueira.
Enquanto o borralho se formava, espalhavam-se castanhas do pobre — bolotas limpas e secas — que tostavam devagarinho até estalar a casca.
O cheirinho… meu Deus. E claro: com um copinho de jeropiga ao lado, para aquecer o coração. ❤️

Hoje trago esta receita ancestral, cheia de memória, simplicidade e alma alentejana.
Um pequeno tesouro que vale ouro. ✨🔥


📝 INGREDIENTES

🌰 Bolotas (as chamadas castanhas do pobre, de preferência secas)
🧂 Sal grosso q.b.
🔥 Borralho (ou forno bem quente, caso não tenhas fogueira)
🍷 Jeropiga (para acompanhar, tradição manda!)


👩‍🍳 PREPARAÇÃO PASSO A PASSO

🔥 1. Preparar as bolotas

  • Escolhe bolotas saudáveis, secas e sem bicho.
  • Lava-as e seca bem.

🌰 2. Assar no borralho

  • Espalha as bolotas por cima do borralho quente da fogueira.
  • Deixa tostar lentamente, mexendo de vez em quando.
  • A casca vai estalar e ganhar uma cor linda.
  • Quando estiverem tostadas e mais leves, estão prontinhas!

Sem fogueira? Sem problema!

  • Leva ao forno a 200ºC espalhadas num tabuleiro.
  • 20 a 25 minutos, mexendo a meio.

🧂 3. Finalização

  • Retira as bolotas e envolve-as em sal grosso, como pede a tradição.
  • Serve num pratinho rústico.

🍷 4. Acompanhamento obrigatório

  • Um copinho de jeropiga, para manter o ritual completo.
  • A junção do fumado da bolota com a doçura da jeropiga… é poesia líquida. ✨